Sem comentários introdutórios para este poema! Obrigado a todos pela visita!
Sonolentidão
O sono me invade sem que eu queira,
Invade-me de tal forma que me controla
E escrever fica difícil, o raciocínio pára...
Tudo se dificulta, exceto fechar os olhos...
O sono me invade às cinco da manhã
O sono me invade às oito da noite
O sono me invade às três da tarde
O sono me invade ao meio dia.
E uma coisa vira duas...
O nítido se embaraça...
O que era leve, pesa
E o claro, se apaga.
Somente o sono
Vem chegando
E as palavras
Vão sumindo...
E enfim,
Sem fala,
Encosto...
E nada!
10/03
Obrigado a todos!!!
Awgusto Rodrigues Capella
II SEMINÁRIO EXPEDIÇÕES CÊNICAS
Há 11 anos
Meu caro amigo.
ResponderExcluirmuito legal esse viu. Esse negócio do poema ir acabando as palavras.. rss
Valeu... Obrigado!
ResponderExcluirEssa era a idéia... "as palavras vão sumindo..."
Grande abraço!